Coisas inusitadas que aconteceram comigo que nem Freud explica

Estava fazendo uma viagem sozinho para o Peru e tinha passado mal no avião a ponto de pensar que morreria sentado numa poltrona, tanto que me colocaram na classe executiva, depois de mais de 7 horas de voo, cheguei já pensando em voltar para casa e meio confuso devido a altitude também entre os corredores do aeroporto onde me direcionava ao guichê, dois brasileiros vieram falar comigo, um mineiro e o outro acho que de Curitiba acabaram me convencendo de a gente rachar um taxi juntos e ir para o centro de  Cusco, acabei desistindo de voltar e não é que foi uma viagem maravilhosa, apesar de que dormir o resto do dia que cheguei, não sei o que seria se não fossem eles aparecerem ali do nada.

Eu adoro trilhas e nesta eu estava a mais de 600 km da minha cidade numa cidadezinha da chapada Diamantina chamada Mucugê, no meio do mato em busca de uma cachoeira muito conhecida lá e nesta trilha encontrei um casal muito simpático e conversa vem e conversa vai descobrir que a garota conhecia um amigo meu e tinham estudado juntos na adolescência.

A uns dois anos atrás eu tive um acidente de carro, uma batida na pista com mais dois carros a caminho da capital Salvador – BA, mas não acabou sendo nada muito grave, não houve feridos e adivinha só, a primeira letra do nome de todos envolvidos começava com a letra “E” além de um dos outros dois se chamar Edson também.

Quando eu tinha nove anos de idade acabei escorregando num tanque que ficava no fundo do quintal da antiga casa onde minha família morava, eu estava sozinho, e minha mãe estava recebendo visita na varanda, acabei caindo de cabeça e o tanque estava cheio até quase a borda, me lembro que meu corpo endureceu todo enquanto eu buscava o fundo do tanque, sensação horrível só de lembrar e pra completar o tanque era pequeno e minhas pernas ficaram presa na parte de cima sendo pressionado totalmente para baixo numa posição quase que vertical, de forma milagrosa de repente algo ou alguém me puxou para cima e conseguir voltar, não tenho ideia de como nem o que, me lembro que em seguida sair correndo todo molhado pelo beco que tinha na lateral da  casa que dava na varanda gritando a minha mãe, ela nem tinha noção do que eu passei, na verdade pensou que eu estava traquinando.

E para encerrar e essa foi a mais recente de todas, eu tinha lido uns três parágrafos de uma página de um livro no histories de uma seguidora do Instagram que ela tinha postado, na verdade uma “influencer” brasileira que mora na Noruega, achei interessante e como ela não tinha feito referência do livro dei uma de curioso e fui lá perguntar, ela foi gentil e respondeu o nome do livro era Torto Arado um romance de Itamar Vieira júnior, obviamente, coloquei na lista de minhas próximas leituras, não comentei com ninguém sobre o título, mas não demorou muito algumas semanas depois, no dia do meu aniversario não é que eu acabei ganhando o mesmo livro duas vezes de amigas minhas em meio a tantos títulos, agora tenho dois livros iguais em casa, a vida nos prega muitas peças.

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