Quando Chove no Quintal

Flores mortas
Pele quente
Olhares vivos
Vestígios de chuva
Frio de montanha

Corredeiras coloridas de uma manhã nublada
Pensamentos nostálgicos pintados no muro
Os pássaros cantam e seu bater de asas
Sopram ventos de liberdade de quem sente o espirito livre

Gotinhas de chuva temperam as manhãs
E seu cheiro de terra molhada adentra as moradas
De desejos e devaneios de quem não desistiu de sonhar
Colhe flores com os olhos e as decoram em sua alma

As manhas sem chuvas também não são diferentes
São só menos húmidas e mais quentes
Talvez deixe de lado o chinelo de algodão
Para pisar com os pés descalços
Na areia fria e molhada
Nos dias de chuva e sol
Só para aterrar um pouquinho da solidão

6 comentários em “Quando Chove no Quintal

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