Há dias em que o amor aparece tão vivo que a gente sente até o calor dele. Sabe seu nome, seu endereço. Num suspiro, já sorrimos com os olhos. Mas, muitas vezes, nem queremos voltar para casa. "Fica aí, toma um café, sei lá...", inventamos qualquer coisa, só para continuar olhando você existir.
Mês: janeiro 2026
Tempus Fugit, Memoria Manet
O tempo foge, a memória permanece Lá fora, o tempo corria como quem vê, pela janela, nuvens pesadas de chuva. E, naquela ventania rebelde, ele se apressou: abriu a porta dos fundos e tirou as roupas do varal, enquanto a água do café começava a derramar sobre o fogão. Algo, porém, pela janela, chamou sua… Continuar lendo Tempus Fugit, Memoria Manet