Baladas póstumas de Saturno

O que fazer quando as coresNão são mais as mesmas Porque a musica acabou A canção não toca mais como antigamente Debaixo de um cobertor que não aquece a solidão de inverno Não amena o frio que só a alma sente Nem sabe derramar as lagrimas de uma noite mansa Os olhos mergulhados nas fotografias… Continuar lendo Baladas póstumas de Saturno

Liquido, Ínfimo e Breve

Eu sou um prato quebrado depois de um jantar ruim Uma vela que mantem a consciência acesa com cheiro de fim A esquina do mundo, onde tem muita gente perdida sem saber onde ir O frio na espinha de quem se negou ser quando mais precisava O pobre moribundo que perdeu a fé por um… Continuar lendo Liquido, Ínfimo e Breve

Divagando sobre papeis desbotados

Poética estática cores velhas/ Edsilva A leveza dos meus pés vem da minha imaginação Onde tropecei por várias idades Desandei pelos desejos Caminhei por rios que me afogastes E para tudo que eu viaExistia as vias de contramão Mas das cores desbotadas Hoje eu tenho saudades Do café pisado da fazenda Do cheiro de terra… Continuar lendo Divagando sobre papeis desbotados